rascunhos de uma nova vida impertinente

notas em padrão.
abstinência.
eu já tentei fugir.

fechar o livro, desligar a tv, aumentar o som.
sei lá.. deixa fluir, deixa pensar, deixa ousar.

não é novo, apaga.
quero ver quem vai ouvir, entender.

..começo, começar, recomeçar, fazer, partir, finalizar.

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neuroses não aturam mentiras depois das 5 da manhã

sei lá, não era pra ser assim..
não entendendo nada, mais continuo insistindo? por que então?
amanhã, eu me esqueço, me largo na sarjeta..
mas mesmo assim tão longe, te enxergo do outro lado da rua.
sem pena, nem maldade.

medíocre, hipócrita, sem graça..
me desculpe pelo trocadilho infame,
já é tarde, não faz falta.

se ninguém nota, pra que então?
agora sim, jogue fora o rascunho..
é vá ser feliz, está livre agora.

boa sorte, e é isso

(ainda sinto falta do meu velho café, quentinho)

 

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sujeito oculto, não altera sentimentos

ãmmm, chuva
venha, se aproxime mais..
mais leve embora toda essa incerteza e má vontade minha, pois
talvez seja isso que me deixe em perfeita negação.

não importa mais pra ninguém,
porque as palavras fugiram ao vento.

para o resto, nunca fez sentido,
vivemos em um mundo público aos seu descendentes,
onde nem mesmo o honesto, deixa de mentir.

não ligo, não quero pra mim,
pois são as mesmas palavras, pixadas em muros, com restos de uma guerra de um bravo mundo,
libertado pelos sentimentos mais ocultos e sinceros.

vamos ao sol, caminhando sobre o limite.
que seja a ultima coisa que faremos..

mais não o meu ultimo café, enfim.

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silêncio nas palavras, por favor, sim, obrigada

quem vai me dizer que é você ?
ninguém conhece,  é como se não tivesse sentido algum.
um erro do passado; um presente facinado; e um futuro atrasado.
o tempo que falta pra encontramos o unico sentido que tem, talvez não exista mais. Suponho que esteja enterrado em um buraco à uns  cinco mil quilometros daqui; e junto à ele, enterrado a unica esperança, a unica confiança, e o ultimo silêncio que eu tinha, e que hoje foram encontrar seu ‘porque’, a ponto de desaparecer.

só me falta atravessar essa ponte, criar coragem, e dar sentido a unica coisa que nunca entendi o porque de não existir em mim… o amor.

e é melhor ter certeza sobre as palavras, pois  o mundo ainda não acabou pra mim. Queira você ou não, eu sempre estarei aqui.

(que falta me faz um café nessas horas..)

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frio de 3 horas e meia.

pra que insistir nesses mesmos erros?
parece que não muda nada, ninguém, nem o maldito modo de pensar.

seria tão sincero mostrar a verdade? é temporário.
mecha no tempo, calcule a distância;
talvez você não chegue lá.

tão perto, ou não.
vou remover as contas do passado, renovar-me no presente.
deixa pralá.. quebre no meio, me mostre o que sobrou;

vai ver é assim mesmo, não seja pra mudar.
melhor aceitar, sem letras, nem acordes, nem refrões..

ligue o rádio, mova-se, caia fora, saia do meu mundo, ele já pertence a um outro fim.

e me traga um café, só.

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se foi, agora é meu suposto fim;

não me sinto bem.
talvez era bom não saber, não entender, não escutar..

eu tentei não ser assim, esquecer, mais não dá.
não há mais nada a dizer;

melhor não imaginar, ouvir uma música diferente, mais alegre, menos sensível.

sair correndo, pensar branco, não lembrar de nada.. nada!

só quero olhar pra frente, revidar.

sei lá, é assim, melhor deixar pralá.
não quero um fim! mais um recomeço.

sim, um café, por favor.

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é tão difícil, tão raro.

não, não me leve a mal,
eu não queria que fosse assim.
debaixo da cama, onde havia fotos suas, hoje só resta um velho all star.

os dias vão, e eu fico com saudade, talvez.
não quero mais saber de você, sem vontade, sem sentido, sem um rumo a acompanhar.
finalmente, sinto um ventinho gelado, fluindo sobre meus cabelos..
um pouco mais a vontade, mais feliz, e simples..

‘ pois amanhã já vou estar em outro lugar,
muito longe daqui, muito longe de ti’

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